Se você lidera um negócio de alta performance, já percebeu que o jogo mudou. Em 2026, não basta crescer, é preciso proteger o crescimento. Sabe por quê?
O cenário empresarial está marcado por incertezas, volatilidade e riscos que ultrapassam o controle operacional. Hoje, Governança não é burocracia, é o mecanismo que fortalece, direciona e sustenta o seu negócio.
E, diante da explosão de riscos digitais, da evolução acelerada da Inteligência Artificial e da fragilidade nas cadeias de valor, o modelo tradicional de gestão simplesmente não acompanha a velocidade do mercado.
A pergunta central é: quem está ao seu lado para sustentar decisões críticas quando a complexidade aumenta?
Neste artigo, você vai entender por que um Conselho Consultivo ativo é a sua principal alavanca de resiliência para 2026, e como ele transforma ameaças em vantagem competitiva. Boa leitura!
Governança Corporativa: de compliance a motor estratégico
Empresas de alta performance não reagem aos problemas; elas os antecipam. Por isso, a gestão de riscos deixou de ser uma pauta tática e se tornou um assunto do Conselho Consultivo. Entenda!
Risco de terceiros e o efeito cascata
Em um ecossistema totalmente interconectado, uma falha na sua cadeia de valor é uma falha no seu negócio.
Se um parceiro para, você para. Se um fornecedor de tecnologia sofre ataque, o impacto chega até você.
Segundo o Board Leadership Center, em conjunto com o ACI Institute da KPMG Brasil, 75% das empresas enfrentaram disrupções sérias causadas por terceiros até 2023. E essa tendência só se intensifica!
Isso reforça a urgência de ampliar a visibilidade da cadeia de valor e torná-la prioridade do board, não do operacional.
Tecnologia, IA e Cibersegurança: o novo papel do Conselho
O avanço tecnológico deixou claro: a cibersegurança é o seu maior ativo invisível. E a Inteligência Artificial, sem diretrizes claras, pode ser tão destrutiva quanto inovadora.
A responsabilidade do Conselho é orientar onde investir, como proteger dados, quais limites éticos estabelecidos e como usar tecnologia de forma segura, escalável e alinhada aos objetivos estratégicos.
Governança, nesse contexto, não é só proteção — é aceleração com risco controlado.
Então, por que você não deve decidir sozinho?
Diante desse ambiente, a pergunta é inevitável: é possível acompanhar tantos riscos, tendências e decisões estratégicas sozinho?
Empresários de alto nível não trabalham isolados. Eles entendem que precisam de um fórum que questione, valide e refine decisões, com profundidade e visão ampla. Mas os benefícios não se limitam por aqui.
A força de um Conselho Consultivo: duas perspectivas essenciais
A função de um Conselho Consultivo bem estruturado também ganha força a partir do momento que traz:
Visão de fora (a blindagem estratégica)
Um Conselho traz uma visão externa, madura e desapaixonada. Ele revela pontos cegos, identifica riscos ocultos e avalia o impacto real de cada decisão antes de ela chegar à execução.
Essa perspectiva é o que separa empresas resilientes das que apenas sobrevivem.
Cultura de antecipação (a verdadeira resiliência)
Resiliência não é reagir bem à crise. É criar mecanismos para que a crise cause o menor dano possível.
E isso só acontece quando a Gestão de Riscos nasce no topo, mais precisamente dentro do board. É ali que métricas, protocolos de resposta e planos de contingência são discutidos e aprovados.
A verdade é uma só: empresas que antecipam riscos crescem mais rápido, com menos desgaste e maior previsibilidade. Neste caso, temos um convite!
Sala do Conselho: aconselhamento estratégico contínuo
Para que líderes tenham suporte real em 2026, é preciso método, troca qualificada e acompanhamento contínuo.
Por isso existe a Sala do Conselho, o programa anual que leva a metodologia de um Conselho Consultivo para a realidade prática do seu negócio. A proposta une:
- Orientação de especialistas, incluindo a visão estratégica de Márcio Giacobelli
- Troca profunda com um grupo seleto de líderes
- Uma estrutura estratégica de 12 meses, criada para transformar incerteza em direção. E muito mais!
Em um cenário de transições aceleradas, não decidir já é uma decisão, e geralmente a pior.
Um Conselho Consultivo não é luxo. É a base da longevidade, da resiliência e da competitividade da sua empresa em 2026.
Se você está comprometido com o futuro do seu negócio, é hora de avançar. Conheça a Sala do Conselho e candidate-se à próxima turma.













